sábado, 15 de junho de 2013

O NOVIÇO
























Trecho de crítica – Jornal da Tarde
por Sábato Magaldi – 6/2/1976

Se O Noviço que o TPS tivesse sido montado nos tempos do TBC, todo o mundo o julgaria de um exagero inconcebível. Hoje em dia é possível pensar que o espetáculo, que por coincidência está em cartaz no mesmo Teatro Brasileiro de Comédia, restabelece o fio da nossa velha farsa, e a esse título deve ser visto com outros olhos.
[...] Osmar Rodrigues Cruz fez uma leitura atual do texto, deslocando para os corredores da plateia o intérprete da personagem que em certa cena é o porta-voz do autor, no seu discurso contra os erros na escolha das profissões. na linha adotada, o espetáculo mostra um eficiente apuro profissional.
[...]. Não há dúvida de que o TPS cumpriu uma elevada missão didática, mesmo se, tendo de falar a muita gente, ele temeu não ser compreendido por meio de outros recursos.
[...]. Pelo que realizou e pelo que promete, o TPS merece todo apoio.


Trecho de crítica – Revista Veja
por Jairo Arco e Flexa – 4/2/1976

[...]. Em seus treze anos de existência, o conjunto profissional do TPS de São Paulo, responsável pela atual montagem de O Noviço, revelou-se de inestimável valia para divulgação dessa arte. Como seus espetáculos são gratuitos, permitiu a um incontável número de pessoas o primeiro contato com o teatro. Além disso, mantendo seus atores sob contrato por longos períodos, o grupo desempenha um papel decisivo no mercado de trabalho dos intérpretes. Em suas encenações, o diretor Osmar Rodrigues Cruz atém-se à saudável máxima de que aos atores convém dar liberdade em cena. Como resultado em uma comédia como O Noviço são os intérpretes mais experimentados que se sobressaem.
(in Osmar Rodrigues Cruz Uma Vida no Teatro Hucitec 2001)

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